Presa Voraz Capítulo III
Ao ouvir o grito, Hiroshi correu em direção do som, dando de cara com Mitsuki morto e Akemi coberta de sangue.
-Akemi, o que aconteceu!- Perguntou surpreso.
-Eu não sei! Ele me atacou e quando eu dei por mim já tinha o atacado. Eu sei que não devia ter feito isso, mas eu não consegui pensar.- Disse ela enquanto lágrimas percorriam seu rosto.
Hiroshi então se aproximou dela segurando seu rosto lhe disse:
-Tudo bem, eu sei que você não faria isso de propósito, você é uma garota doce, não faria mal a alguém de propósito.
Akemi então limpou o rosto e respondeu:
-Obrigada, você sempre sabe o que me dizer.
-Isso é porque eu te conheço melhor do que ninguém. Mas depois disso nós não vamos poder esperar até o anoitecer, temos que ir embora agora.
-Tudo bem, se for com você sei que vou ficar bem.
Os dois então correram pelo jardim até o celeiro, onde o velho carro estava guardado. Eles entraram e com o tipico som do motor sairam a toda velocidade. Um pouco a frente encontraram o portão aberto devido ao horário, já que a casa era frequentemente visitada para entregas. Um dos guardas da casa viu o carro chegando e se pos na frente para tentar fazê-los parar, mas Hiroshi pisou ainda mais no acelerador fazendo-o se jogar para o lado para não der atingido.
Em seu escritório, Hideki assinava e guardava uma pilha de papéis quando a secretária lhe avisa que sua esposa o aguardava na linha três.
-O que quer, estou ocupado.- Disse ríspidamente.
-Uma das empregadas disse que viu Akemi esfaquear Mitsuki e fugir com alguém em um carro velho, ele morreu e eu já chamei a policia.
-MERDA!- Disse batendo em sua mesa.- O que aquela maldita pensa que está fazendo. Quando a polícia chegar diga a eles que você viu alguém arrastando ela pra dentro de um carro e mantenha a espregada longe deles. Não quero que isso vá a público.
-Tudo bem, mas você vai trazer nossa filha de volta, não vai?- Pergunta ela, se importando com Akemi pela primeira vez, mas no fundo, ela apenas não queria perder o que tinha conseguido com seu marido.
Sem responder a pergunta, Hideki desliga o telefone e liga para outro número.
-Sou eu.- Diz desmonstrando já usar esse número com certa frequencia.
-Ah, olá senhor Hideki, o que se deve a sua ligação?- Pergunta uma voz masculina calmamente do outro lado da linha.
-Minha filha matou seu noivo e fugiu, eu a quero morta o quanto antes.- Responde sem hesitar.
-Tem certeza senhor? É sua própria filha.
-Não me importa, apenas encontre-a e desapareça com o corpo.
-Isso vai sair caro, não é apenas um concorrente como os outros trabalhos, ela é alguém do alto escalão e imagino que a policia já esteja atrás dela.
-Eu pago o quanto for necessário, apenas faça logo. E também, minha empregada a viu, diga a minha esposa que eu te mandei e se livre dela, ninguém deve saber disso.
-Como quiser.
Enquanto isso na estrada, Akemi e Hiroshi iam o mais rápido que podiam, sem saber se já estavam sendo caçados. Após algumas horas de viagem, eles chegam na próxima cidade. Com o anoitecer se aproximando, os dois decidiram passar a noite em uma hospedaria, que por ser pouco frequentada imaginaram ser um local seguro. Ainda faltava um cerca de um dia para chegarem em seu objetivo, mas estavam muito cansados, e Akemi, apesar de usar um casado de Hiroshi para não chamar atenção, ainda usava as mesmas roupas cheias de sangue, e estava começando a exalar o cheiro putrido da morte.
Entrando no quarto, ela foi direto para o chuveiro, enquanto Hiroshi carrrgava algumas coisas para o quarto. A água morna deslizava por seu corpo, enquanto suas mãos ensaboadas o apalpavam por todos os lados. Akemi terminou seu banho e pegou a toalha pendurada na parede, e após se secar e se enrolar, saiu do banheiro encontrando Hiroshi sentado na cama mudando os canais da televisão.
-Que delicia.- Exclamou com os olhos brilhando ao vê-la.- Posso provar?
-Você quer me provar? Vai ter quer me convencer.- Disse ela com um sorriso malicioso.
Hiroshi levanta da cama e agarra Akemi, a jogando na cama. Ele então deita por cima dela e segura suas mãos enquanto a beija selvagemente. Ele acaba por soltar as mãos dela, que as coloca em volta do pescoço dele, enquanto tal desliza uma das mãos para os seios dela e acaricia seu mamilo enquanto leva a outra para sua vagina, brincando com seu clitóris, fazendo-a gemer.
-Hiro, vai, arf eu não aguento mais esperar. Eu quero você dentro de mim.- Disse ela ofegando.
-Você me quer dentro? Vai ter que me convencer.- Responde a olhando com um sorriso satisfeito com a virada.
-Seu sacana. Por favor, entra em mim e mete fundo e forte.- Diz Akemi se rendendo.
- Então se é isso que você quer.
Hiroshi tira seu pênis ereto da calça e o colocou na vagina quente, úmida e apertada dela, a fazendo gemer. Ele começou a se mexer, indo devagar até o fundo, e começando a acelerar. Logo já estava rápido o bastante para fazer Akemi ir para trás com suas investidas, se ela não estivesse apoiada na parede. Cada vez que a penetrava, ela gemia mais e mais alto, e ficava mais molhada, até que ele tocou seu útero, e sentindo a vagina dela se comprimir, Akemi gozou, junto com Hiroshi, que a preencheu completamente. Saido de dentro dela, ele se deitou ofegante.
-Agora eu vou ter que tomar outro banho.- Disse ela.
-Então eu vou com você.
Os dois foram para o chuveiro, e após se limparem e colocarem roupas mais confortáveis, eles se deitaram, e abraçados, adormeceram.
-Kotaro, você já conseguiu encontrá-la?
-Não sei o local exato ainda, mas um dos meus contatos disse que viu o carro em ela fugiu indo pra uma cidade próxima.
Pessoal, foi mal pela demora, eu fiquei sem idéias e não tava conseguindo escrever nada descente mas ai está o capítulo três.
Então é isso galera, deixem nos comentários o que acharam do conto, qualquer dúvida ou sugestão fiquem a vontade para perguntar, se encotrarem algum erro avisem, curtam a página oficial do blog no Facebook para saber sempre que houver uma nova postagem https://m.facebook.com/O-Mundo-De-Haseo-171444930147518/?ref=bookmarks, e até a próxima
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